Fui tentada por satanás (!?) algumas vezes - a quem ele não tenta? Mas sempre sou mais atropelada e surpreendida por tentações quando ele me percebe perdida para o Bem, ordenada pela minha Cura. A maior delas, tentação e perda, foi tonkaniana. Virtudes, fraquezas, talentos; mãos, "aperto da mão", ouvidos e alma que eu sempre desejara meus, comigo. Mas não poderiam ser meu ("sic"), embora eu tenha pertencido a elas de alguma forma - ou tão-só de forma não palpável. A perda foi por um peso - ou pela insustentável leveza? Foi, escolho, por uma resistência abismal e dilacerante da minha pedra angular, do meu fundamento. Ele já era, há muito, o fundamento de outras Vidas... Queria eu ter pecado, mas definitivamente não poderia, eu, ter pecado! Coração bobo, coração bom, coração bola, bola, bola de balão...
Ói! Ói o trem!, diria Raul, meu colega de profecias... O mal de braços e abraços com o bem, num romance astral...
Quem vai chorar, quem vai sorrir?/
Quem vai ficar, quem vai partir?
Ói! Ói o trem!, diria Raul, meu colega de profecias... O mal de braços e abraços com o bem, num romance astral...
Quem vai chorar, quem vai sorrir?/
Quem vai ficar, quem vai partir?
A gente se ilude, dizendo já não há mais coração... Mas O coração dos aflitos pipoca dentro do peito...
Amém.
Moa. Moa, Moa!

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