Gosto muito de como o escritor Milan Kundera classifica os livros: em diurnos e noturnos. Depois de A Insustentável Leveza do Ser, passei a perceber minhas leituras assim, ainda que instintivamente já o fizesse. Leio menos do que gostaria, menos ainda do que deveria, mas tenho sorte na escolha dos títulos. E com títulos de amigos. E com os amigos que indicam os títulos.
De uma dessas literaturas noctívagas emprestadas, tomei uma bela lição:
"Ninguém consegue realmente ser grande, quando não aprendeu a ser pequenino". (Emmanuel)
Embala o sono. Mas é dia, agora.
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