Katrina volta a conversar com aquela voz inaudível e familiar, e reflete:
- Às vezes dá muita vontade de ser nada, estudar nada, me especializar no nada, trabalhar em nada, viver nada e como nada. Pararia de sofrer. Mas o nada não me convence, não me preenche, nem quando eu sou realmente nada, nem quando dou tanta chance dele me ter para sempre, no nada. E isso me faz voltar a sofrer. C’est la vie. É o que faz a gente viver. E, às vezes, viver com grandeza – ao menos de espírito, o que é muito para os mais evoluídos, ou ironicamente nada para os materialistas.
- Às vezes dá muita vontade de ser nada, estudar nada, me especializar no nada, trabalhar em nada, viver nada e como nada. Pararia de sofrer. Mas o nada não me convence, não me preenche, nem quando eu sou realmente nada, nem quando dou tanta chance dele me ter para sempre, no nada. E isso me faz voltar a sofrer. C’est la vie. É o que faz a gente viver. E, às vezes, viver com grandeza – ao menos de espírito, o que é muito para os mais evoluídos, ou ironicamente nada para os materialistas.

gostei muito do que li, vou passar para meus contatos conferirem teu texto.
ResponderExcluirparabéns.
Sério? Sério, sério??? hahaha
ResponderExcluirEstou experimentando. Pensei em não continuar, mas parece que faz bem mesmo dividir o que "alumia" a mente, não? Muito obrigada! Acho que escrever, bem ou mal, é tudo que sei fazer...