Se fosse padre de mim mesma, sentenciaria rezar mil novecentas e setenta e seis vezes a oração que Sartre nos ensinou: "Não importa o que fizeram de nós, mas sim o que fazemos do que fizeram de nós".
Em nome do pai, da mãe, da filha e do espírito Sartre. Amém!Moa.
Moa, moa!
P.S.: Moa ainda vai ler de verdade toda a obra de Sartre.

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